idosa recebendo cuidados paliativos em casa

Nova lei regulamenta política de cuidados paliativos

Em 13 de outubro de 2020, o governo de São Paulo instituiu uma política estadual de cuidados paliativos.

Com o objetivo de proporcionar qualidade de vida e atenção integral de saúde aos pacientes acometidos por doenças sem possibilidade de cura, a nova lei de cuidados paliativos os regulamenta de maneira precoce, logo após o diagnóstico.

A política estadual tem cinco diretrizes, que englobam a capacitação e multidisciplinaridade profissional, o fortalecimento de políticas públicas, o respeito à dignidade e liberdade na expressão da vontade do paciente de acordo com os seus valores, crenças e desejos.

Sendo assim, o profissional responsável pelo cuidado deve tratar o paciente e cuidar da família levando em conta todas as suas necessidades, sejam elas clínicas ou psicossociais.

Quais os principais suportes obrigatórios com a nova lei?

– Aconselhamento e suporte ao luto

– Integrar aspectos psicológicos e espirituais no cuidado ao paciente

– Maximizar o suporte clínico e terapêutico, aumentando assim a qualidade de vida

– Apoiar a família para lidar com a doença em seu próprio ambiente

O que são cuidados paliativos?

Atendimento cuidados paliativos

O foco dos cuidados paliativos é fazer com que o paciente viva de maneira mais confortável, com menos dor e possa usufruir, na medida do possível, do máximo de qualidade de vida.

Os cuidados direcionam-se no bem-estar da pessoa e não na doença, onde o controle de sintomas e respeito às necessidades são rotineiras.

Quando os cuidados paliativos são indicados?  

Quando o tratamento curativo já não tem mais efeito, os cuidados paliativos são a opção.

Ele pode ser feito em um hospital ou na própria casa do paciente, local que traz maior adaptação ao cuidado e melhora as condições do paciente que se mantém próximo de seus familiares.

Porém, muitas vezes os cuidados paliativos começam tardiamente, e uma série de preconceitos rondam essa proposta.

Algumas pessoas acreditam que fazer essa transição de cuidado é ruim, acreditando que esta abordagem consiste em uma desistência de tratar a doença.

Isso não é verdade!

Receber cuidados paliativos não quer dizer que não se pode fazer mais nada pelo paciente, pelo contrário, demonstra apenas que o diagnóstico da doença é crônico, grave e ameaça a vida, mas que muito ainda pode ser feito para o alívio e controle da doença.

Os cuidados paliativos oferecem uma vida de qualidade, trazendo um ganho diário para o paciente e seus familiares.

A descoberta de uma doença abala não só a vida do portador, mas também traz questões profundas de ordem social, psicológica e social, já que os familiares próximos também convivem com a angústia da descoberta.

Medo da morte, apreensão por deixar a família desamparada, conflitos do passado e até problemas de ordem prática, como o afastamento do trabalho e diminuição de renda, são parte de uma gama de consequências.

Como a Pronep atua nos cuidados paliativos?

Ao longo dos quase 30 anos de atuação no setor de Atenção Domiciliar, cuidamos de centenas de pacientes nessas condições. 

Sempre levando a máxima de ouvir, sentir e cuidar e fazer daquele tratamento o mais leve e próximo que podemos.

Nosso time multidisciplinar sabe que uma doença grave não afeta só o paciente, mas também quem o ama. E, quando está na casa do paciente, faz tudo para que aquele sofrimento seja minimizado.

Enfermeiros, fisioterapeutas, psicólogos, assistentes sociais, entre outros profissionais, fazem parte da equipe que dá o suporte que todos esperam.

Nos colocamos no lugar da pessoa e familiar, e entendemos que qualidade de vida deve vir sempre em primeiro lugar, independentemente da situação.

Quer saber quais são as nossas especialidades e por que somos referência em cuidados em Atenção Domiciliar?

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Somos movidos por fazer o bem: Ouvir, sentir e cuidar.