profissional trabalhando em home office

O trabalho home Office é efeito da pandemia ou veio para ficar?

Apesar de ser um conceito já conhecido em algumas posições de trabalho, o home office – ou trabalho remoto – ganhou um novo e grande destaque com a pandemia da COVID-19. A velocidade com que o vírus se espalhou fez com que muitas empresas rapidamente se adaptassem a este modelo.

Certamente toda mudança traz impactos, principalmente quando esse choque muda estruturas tão enraizadas. Enquanto algumas empresas já usavam o modelo híbrido de trabalho, com períodos presenciais e outros em casa, outras precisaram mudar de uma hora para outra.

Com o objetivo de debater e refletir sobre os desafios e oportunidades do home office, a Iniciativa FIS promoveu, em setembro/2020, uma Live com líderes de várias empresas.

Eduardo Besser (do BTG Pactual), Jacqueline Resch (da Resch RH), Pâmela Cesario (do IBKL), Raquel Daibert Couri (NextDecade – USA), além de João Paulo Faleiros, Diretor de Capital Humano da Pronep Life Care – uma marca do grupo Sodexo.

No evento, transmitido via internet, os convidados falaram sobre os impactos da pandemia e de que forma eles lideraram as mudanças.

Durante a Live, um dos destaques foi sobre como os brasileiros estão lidando com o trabalho remoto. Afinal, há espaços para o Home Office virar um modelo de trabalho no Brasil?

Para os debatedores, em um país desigual como o nosso, não podemos usar uma única régua para medir as chances de todos os trabalhadores trabalharem de casa.

Além de tudo, nem todas as posições de trabalho conseguem se adaptar ao home office, deixando a análise mais difícil.

Modelo de trabalho home office

João Paulo Faleiros, Diretor de Capital Humano da Pronep Life Care, abriu sua fala com seu próprio exemplo: sua contratação foi feita em regime remoto. Por isso, tem propriedade para opinar sobre o assunto, tanto do ponto de vista de líder, como de colaborador.

Para ele, o formato do processo seletivo à distância de que ele participou será cada vez mais utilizado. Mas João não deixou de destacar que essa nova forma de seleção foi impulsionada graças à pandemia.

  • Mas quais os prós e contras do Home Office?

– Pode aumentar, ao mesmo tempo, conforto e produtividade

O home office pode trazer ao colaborador ganhos em relação ao conforto. Muitos funcionários, principalmente os que atuam em grandes centros, gastam entre 1 a 3 horas por dia só em deslocamentos. Retirar deles esse peso faz com que o trabalho seja muito mais produtivo.

– Nem todos os profissionais se adaptam a esse modo de trabalho

Existem pessoas que se sentem melhores com o trabalho em home office. Na maioria das vezes, são profissionais que têm uma estrutura e conseguem lidar melhor com essa forma de trabalho. Já outros priorizam a troca de ideias e as famosas conversas no corredor como combustíveis para o seu trabalho.

  • Como a Pronep estabeleceu o Home Office?

Por ser uma empresa que cuida de pessoas diariamente, a atuação aqui na Pronep Life Care sofreu menos adaptações que em outros negócios.

Logo no início da pandemia, a equipe comercial, administrativa e todos aqueles setores que eram passíveis dessa mudança, assim o fizeram.

Estabelecemos limites entre vida pessoal e profissional, e fizemos isso pensando não só no bem de quem atendemos, mas também na saúde mental de nossos colaboradores.

Por isso, além da implementação do trabalho remoto, a Pronep disponibilizou o serviço APOIO PASS, onde nossa equipe pode contar com assessoria psicológica, financeira, jurídica e social, de forma gratuita. Este serviço também é oferecido aos pacientes e seus familiares.

Hoje, depois das medidas de reabertura, estamos em um processo de retorno ao trabalho presencial, seguindo todos os cuidados e protocolos.

Na Pronep, cuidar de pessoas é uma ação diária e preservar a saúde de todos é uma atenção que não sai de nossas preocupações.
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